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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

“O amor é o ridículo da vida.
 A gente procura nele uma pureza impossível, 
uma pureza que está sempre se pondo. 
A vida veio e me levou com ela. 
Sorte é se abandonar e aceitar essa vaga ideia de paraíso que nos persegue,
 bonita e breve, como borboletas que só vivem 24 horas. Morrer não dói”    

- Cazuza

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